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Os especialistas apuraram ainda que aquela droga aumenta igualmente o risco de desenvolvimento de hiperatividade e de autismo e que os bebés expostos ao paracetamol durante a gestação apresentavam ainda maiores dificuldades na fala.
Uma equipa de investigadores da Universidade de Harvard e de outras instituições de ensino superior norte-americanas, observou 150 mil mães de todo o mundo e os respetivos bebés.
Durante a pesquisa, os académicos registaram um decréscimo de três pontos no QI de crianças com cinco anos de idade cujas progenitoras tinham tomado paracetamol com o intuito de aliviar a sensação de dor, não tendo febre.
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Adicionalmente, os investigadores apuraram que as crianças expostas aquela droga no útero apresentavam maiores dificuldades no desenvolvimento da fala.
Os dados apurados levantam preocupações de que o paracetamol possar ser responsável por alterar o equilíbrio de várias hormonas fundamentais ainda no útero.
Os médicos comummente recomendam que as gestantes evitem a toma de fármacos, especialmente durante os três primeiros meses da gravidez.
Todavia, em caso de necessidade o paracetamol é considerado geralmente como um tipo de medicação segura.
No estudo publicado no periódico científico Hormones and Behaviour, os investigadores alertaram: “as mulheres grávidas devem ter em atenção o uso indiscriminado deste tipo de fármaco”.
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Postado por Redação
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