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Os oito deputados federais que concorrem à reeleição na Câmara dos Deputados, juntos, arrecadaram R$ 8,9 milhões para a campanha eleitoral este ano. Dessa receita total, eles declararam à Justiça Eleitoral gastos que somam R$ 5,2 milhões, segundo dados do Divulgacandcontas, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Apesar de elevado, o valor arrecadado pelos oito parlamentares é menor do que a soma do patrimônio de todos eles. Esses oito deputados federais declararam um patrimônio que supera R$ 10 milhões. O mais rico é Wellington Roberto, com um patrimônio de R$ 3.685.931,78, seguido de Benjamin, que declarou R$ 1.624.647,41 em bens, e Aguinaldo Ribeiro, com R$ 1.458.797,07.
Entre os maiores gastos de Benjamin, na campanha, estão material gráfico para a campanha, locação de veículo e estrutura para eventos, como som, e doação para deputado do seu partido, Raniery Paulino, que recebeu R$ 100 mil do emedebista.
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Já Aguinaldo Ribeiro gastou mais de 50% dos recursos com pagamento de jingles, vinhetas e slogans, além de bottons, cartazes, segundo os dados. André Amaral destinou 25% dos gastos para publicidade por adesivos.
Os gastos de Damião Feliciano são em grande parte com publicidade por materiais impressos (29%) e carros de som (27%). O candidato Efraim Filho destinou o maior volume de recursos a despesas com doações financeiras a outros candidatos, em um total de R$ 454.128,00. Em segundo lugar está publicidade com o uso de adesivos (R$ 321.675,00).
Já na campanha de Hugo Motta, a maior parte dos gastos é com publicidade com materiais impressos (39.44%) e em segundo lugar, atividades de militância e mobilização de rua (24%). Na de Pedro Cunha Lima, a maior parte das despesas, 45%, foi destinada a doações financeiras a outros candidatos/partidos, totalizando R$ 445.000,00, sendo que o candidato a deputado estadual Anderson Monteiro levou a maior doação, R$ 140.325,00. E 90% dos gastos de Wellington Roberto foram com serviços prestados por terceiros (R$ 789.483,00).
A Paraíba possui uma bancada de 12 deputados federais. Dos atuais parlamentares, quatro não concorrerão à reeleição.
Luiz Couto (PT) e Veneziano Vital do Rêgo (PSB), que ocupam atualmente vagas na Câmara dos Deputados, não concorrerão à reeleição porque pleiteiam vagas no Senado. Já o deputado federal Marcondes Gadelha (PSC), que assumiu a titularidade após a morte de Rômulo Gouveia (PSD), não concorre à reeleição por apoiar o filho, Leonardo Gadelha (PSC), assim como o deputado federal Wilson Filho (PTB) abriu mão de disputar a reeleição para ceder o espaço para o pai, Wilson Santiago.
As doações para o candidato Leonardo Gadelha (PSC) somam R$ 1.212.233,34, enquanto Wilson Santiago acumula receitas que chegam a R$ 1.150.000,00.
Postado por Redação
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