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Avisada da não continuidade de Cuca, a diretoria do Atlético-MG abre, nesta terça-feira, a busca por um novo treinador. Jorge Jesus é favorito (desde que, efetivamente, saia do Benfica, o que parece próximo de acontecer). Renato Gaúcho, nome fortemente desejado na Cidade do Galo há exatamente um ano, perdeu força. A ideia é mapear, ao menos, cinco opções.
A direção alvinegra não contava com a saída de Cuca. Internamente, já estava ciente da possibilidade (que vinha sendo manifestada pelo treinador em entrevistas pós-títulos), mas ainda torcia pela continuidade.
O paranaense alegou questões pessoais, o que inviabilizou até a tentativa de convencimento por parte do clube. "A gente contava com a reapresentação dele. Vai fazer muita falta", disse.
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A partir daí, abre-se a busca. O consenso interno é de que, de um ano pra cá, o nível de exigência subiu consideravelmente. Dentro do "novo padrão" que busca o atual campeão brasileiro e da Copa do Brasil, a ideia é mapear opções para não ficar refém de um único nome. E essas opções serão brasileiras e estrangeiras.
O Galo quer estudar ao menos duas opções nacionais (alvos ainda não definidos), além de estrangeiros. Pensando em gringos, será estudado o mercado sul-americano, onde o diretor de futebol Rodrigo Caetano tem amplo acesso e conhecimento.
Pensando em Portugal, Jorge Jesus vira o alvo principal caso confirme sua saída do Benfica. O lusitano despertou interesse mineiro ainda em 2019, quando chegou a assistir uma partida do Galo em Belo Horizonte, mas acabou fechando com o Flamengo.
Se a saída do Benfica for de fato confirmada, a cúpula alvinegra buscará o contato para analisar as condições, mas com uma preocupação: comissão técnica.
O clube mineiro entende que montou uma excelente comissão fixa e não quer abrir mão dela. Para citar apenas um exemplo, o preparador físico Cristiano Nunes, que chegou em março de 2021, tem o trabalho muito bem avaliado internamente, e a ideia do Galo é que o próximo treinador chegue para unir forças com a atual comissão fixa, e não descartá-la.
Jorge Jesus, assim como a maioria dos treinadores estrangeiros, gosta de trabalhar com sua própria comissão. É um ponto a ser discutido em caso de avanço nas negociações - com o português ou qualquer outro treinador que chegue a Belo Horizonte pelo portão de desembarques internacionais.
Postado por Redação
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